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:: ‘Politica’

ACM Neto se emociona e chama Câmara de “universidade da política”

O prefeito eleito de e líder do DEM na Câmara dos Deputados, ACM Neto, chorou nesta quarta-feira (12) em discurso de despedida da Casa onde foi oposição ao governo Lula e Dilma Rousseff por quase 10 anos. “Muito do que aprendi na politica, aprendi aqui dentro. A Câmara dos Deputados foi para mim uma universidade da politica”, disse ACM, que tinha 24 anos quando chegou a Casa.
O prefeito de Salvador a partir de janeiro de 2013 disse que o combate à corrupção foi uma de suas bandeiras. Ele foi subrelator da CPMI dos Correios, que esmiuçou o funcionamento do esquema do mensalão, em 2005. “(A CPMI) mostrou que, agora, corroborada pela decisão do STF, a impunidade não prevalece nesse país”. Ao dizer isso, foi então aplaudido pela plateia de parlamentares, a maioria de seu próprio partido.
Aembargou a voz quando mencionda família, incluindo o pai, o ex-senador ACM Júnior, que o assistia no plenário, Neto se emocionou e defendeu o legado carlista. “Mesmo sendo pessoa que despertava amores e contestações, era pessoa de muito espírito publico”, afirmou Neto, referindo-se ao avô.
Apesar da referência ao mensalão, o democrata foi elogiado pelo petista e presidente da Câmara, Marco Maia, que disse que o deputado fazia uma oposição “firme”. “Mas ao mesmo tempo aprovando todas as matérias que interessavam ao povo brasileiro”, ressaltou Maia.

ACM Neto se emociona e chama Câmara de “universidade da política”

O prefeito eleito de e líder do DEM na Câmara dos Deputados, ACM Neto, chorou nesta quarta-feira (12) em discurso de despedida da Casa onde foi oposição ao governo Lula e Dilma Rousseff por quase 10 anos. “Muito do que aprendi na politica, aprendi aqui dentro. A Câmara dos Deputados foi para mim uma universidade da politica”, disse ACM, que tinha 24 anos quando chegou a Casa.
O prefeito de Salvador a partir de janeiro de 2013 disse que o combate à corrupção foi uma de suas bandeiras. Ele foi subrelator da CPMI dos Correios, que esmiuçou o funcionamento do esquema do mensalão, em 2005. “(A CPMI) mostrou que, agora, corroborada pela decisão do STF, a impunidade não prevalece nesse país”. Ao dizer isso, foi então aplaudido pela plateia de parlamentares, a maioria de seu próprio partido.
Aembargou a voz quando mencionda família, incluindo o pai, o ex-senador ACM Júnior, que o assistia no plenário, Neto se emocionou e defendeu o legado carlista. “Mesmo sendo pessoa que despertava amores e contestações, era pessoa de muito espírito publico”, afirmou Neto, referindo-se ao avô.
Apesar da referência ao mensalão, o democrata foi elogiado pelo petista e presidente da Câmara, Marco Maia, que disse que o deputado fazia uma oposição “firme”. “Mas ao mesmo tempo aprovando todas as matérias que interessavam ao povo brasileiro”, ressaltou Maia.

Pedido de cassação de Guilherme Menezes (PT) chega a Justiça

Na manhã de hoje (terça-feira) a coligação ‘Conquista quer Mudar, que reúne os partidos PMDB, PSDB, DEM, PMN e PRP protocolou na Justiça Eleitoral uma ação pedindo a investigação judicial eleitoral contra o prefeito Guilherme Menezes (PT) e Joás Meira (PSB) referente ao pleito deste ano.
Uma vasta documentação foi apresentada na Justiça para que os supostos crimes eleitorais sejam investigados. Abuso do poder econômico, compra de votos na cidade e zona rural, contratações de servidores públicos em período vedado pela legislação eleitoral, uso da máquina e uso de bens públicos na campanha fundamentam a ação.
O candidato a prefeito nas últimas eleições, Herzem Gusmão (PMDB), além do vice, Claudionor Dutra (PSDB), estiveram acompanhados dos vereadores Arlindo Rebouças (PMN) e Álvaro Pithon (DEM), além de outras lideranças políticas e militantes dos partidos de oposição na cidade e advogados.

Pedido de cassação de Guilherme Menezes (PT) chega a Justiça

Na manhã de hoje (terça-feira) a coligação ‘Conquista quer Mudar, que reúne os partidos PMDB, PSDB, DEM, PMN e PRP protocolou na Justiça Eleitoral uma ação pedindo a investigação judicial eleitoral contra o prefeito Guilherme Menezes (PT) e Joás Meira (PSB) referente ao pleito deste ano.
Uma vasta documentação foi apresentada na Justiça para que os supostos crimes eleitorais sejam investigados. Abuso do poder econômico, compra de votos na cidade e zona rural, contratações de servidores públicos em período vedado pela legislação eleitoral, uso da máquina e uso de bens públicos na campanha fundamentam a ação.
O candidato a prefeito nas últimas eleições, Herzem Gusmão (PMDB), além do vice, Claudionor Dutra (PSDB), estiveram acompanhados dos vereadores Arlindo Rebouças (PMN) e Álvaro Pithon (DEM), além de outras lideranças políticas e militantes dos partidos de oposição na cidade e advogados.

Nova eleição para prefeito vai acontecer em Camamu-Ba, decide juiz

Uma nova eleição para prefeito vai acontecer em Camamu, no interior da Bahia, anuncitou nesta segunda-feira (10) o juiz titular da 78ª Zona Eleitoral, João Paulo Guimarães Neto. Para o magistrado, como mais da metade dos votos válidos foram considerados nulos, a eleição não teve capacidade de legitimar a escolha de um prefeito. Ainda cabe recurso junto ao Tribunal Regional Eleitoral da Bahia (TRE-BA).
Em Camamu, 53,56% dos votos válidos foram para os candidatos Américo José da Silva (PSD) e Ioná Queiróz Nascimento (PT). As candidaturas dos dois foram indeferidas pela Justiça Eleitoral, em decisão já definitiva. O julgamento hoje era para decidir se a eleição seria mantida e a primeira colocada Emiliana de Zequinha da Mata (PPT) seria diplomada ou se aconteceria uma nova eleição, como acabou ficou sendo decidido.
Em coletiva de imprensa na tarde de hoje, o juiz explicou que fundamentou sua decisão no artigo 224 do Código Eleitoral e no artigo 64 da resolução 23.372 do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). “Pode-se concluir que a realização de nova eleição é a medida que mais se harmoniza com a legislação eleitoral afeta e que condiz com a realidade, com o princípio democrático e o exercício do poder político pelo povo”, acredita.
Agora, caso a decisão seja mantida, o TRE-BA irá definir a data da nova eleição. Enquanto isso, a cerimônia de diplomação em Camamu acontece somente para os vereadores. Enquanto um novo prefeito não for eleito, quem fica com a gestão da cidade será o presidente da Câmara Municipal.
A candidata Emiliana de Zequinha da Mata (PP), primeira colocada na disputa ao cargo de prefeito do município, substituiu o então candidato da chapa do PP, Zequinha da Mata (que teve o registro indeferido), em 6 de outubro, véspera da eleição. Na apuração para o cargo de prefeito, ela levou 5.993 votos válidos (32,56 %). Américo, também com o registro indeferido, obteve 5.729 votos (31,13 %). Chico Vasconcelos ficou com 911 votos (4,95 %). Ioná (registro indeferido) teve 4.128 votos (22,43 %) e Idalina Miranda (registro indeferido), 57 votos (0,31 %).

DA REDAÇÃO

Nova eleição para prefeito vai acontecer em Camamu-Ba, decide juiz

Uma nova eleição para prefeito vai acontecer em Camamu, no interior da Bahia, anuncitou nesta segunda-feira (10) o juiz titular da 78ª Zona Eleitoral, João Paulo Guimarães Neto. Para o magistrado, como mais da metade dos votos válidos foram considerados nulos, a eleição não teve capacidade de legitimar a escolha de um prefeito. Ainda cabe recurso junto ao Tribunal Regional Eleitoral da Bahia (TRE-BA).
Em Camamu, 53,56% dos votos válidos foram para os candidatos Américo José da Silva (PSD) e Ioná Queiróz Nascimento (PT). As candidaturas dos dois foram indeferidas pela Justiça Eleitoral, em decisão já definitiva. O julgamento hoje era para decidir se a eleição seria mantida e a primeira colocada Emiliana de Zequinha da Mata (PPT) seria diplomada ou se aconteceria uma nova eleição, como acabou ficou sendo decidido.
Em coletiva de imprensa na tarde de hoje, o juiz explicou que fundamentou sua decisão no artigo 224 do Código Eleitoral e no artigo 64 da resolução 23.372 do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). “Pode-se concluir que a realização de nova eleição é a medida que mais se harmoniza com a legislação eleitoral afeta e que condiz com a realidade, com o princípio democrático e o exercício do poder político pelo povo”, acredita.
Agora, caso a decisão seja mantida, o TRE-BA irá definir a data da nova eleição. Enquanto isso, a cerimônia de diplomação em Camamu acontece somente para os vereadores. Enquanto um novo prefeito não for eleito, quem fica com a gestão da cidade será o presidente da Câmara Municipal.
A candidata Emiliana de Zequinha da Mata (PP), primeira colocada na disputa ao cargo de prefeito do município, substituiu o então candidato da chapa do PP, Zequinha da Mata (que teve o registro indeferido), em 6 de outubro, véspera da eleição. Na apuração para o cargo de prefeito, ela levou 5.993 votos válidos (32,56 %). Américo, também com o registro indeferido, obteve 5.729 votos (31,13 %). Chico Vasconcelos ficou com 911 votos (4,95 %). Ioná (registro indeferido) teve 4.128 votos (22,43 %) e Idalina Miranda (registro indeferido), 57 votos (0,31 %).

DA REDAÇÃO

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