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O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Luís Roberto Barroso, determinou a quebra de sigilo bancário do presidente Michel Temer (MDB). Essa é a primeira vez na história da República que um presidente em exercício tem seus dados financeiros abertos por ordem judicial. A determinação do Supremo foi no âmbito do inquérito que investiga a Medida Provisória dos Portos. De acordo com as investigações, Temer teria elamorado a MP para favorecer a empresa Rodrimar dos Portos Santos. Outras três pessoas ligadas ao presidente também tiveram quebra de sigilo bancário determinada. Trata-se de João baptista Lima Filho (o coronel Lima), José Yunes e Rodrigos da Rocha Loures – todos assessores do emedebista. Antonio Celso Grecco e Ricardo Mesquita, presidente e executivo da Rodrimar, respectivamente, também terão seus dados financeiros abertos. O período solicitado para a quebra de sigilo vai de de 1º de janeiro de 2013 a 30 de junho de 2017